“Como não haveria de ser eu um Lobo da Estepe e um mísero eremita em meio a um mundo cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! (...) Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes – aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem alegria nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível.”
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
ENCANTOS
Me encanto com o brotar de uma planta, com o cantar dos pássaros, com o trabalho da formiga, a chuva e a agua descendo a encosta. Me encanto com a sabedoria do silêncio, a fidelidade dos cães, o nascer do Sol, o farfalhar das ondas, a areia molhada, o fruto que cai do pé, a árvore que balança com o vento... Enquanto me encanto, eu canto... Roalan
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